"Mude o seu conceito, em ver seus filmes em casa"

Tecido Branco ou Cinza




Normalmente, quando imaginamos uma tela para projetores, ficamos com o branco em nossa cabeça, mas a verdade é que existem diversas telas em escala de cinza ou até preto

 

 

Depois de definir o tipo de tela que precisamos, o formato que melhor se adapta as nossas necessidades e o tamanho que serve direitinho em nosso espaço, está na hora de identificarmos qual é o melhor material para uma projeção excelente.

Mas quais são as principais diferenças que cada material trás em uma tela?

 

Cor

Normalmente, quando imagimanos uma tela para projetores, ficamos com o branco em nossa cabeça, mas a verdade é que existem diversas telas em escala de cinza ou até preto. Mas porque sempre que eu vejo uma tela ela é branca?

Porque ela é a utilizada em cinemas. Em salas escuras. E acabamos achando que ela é a melhor. Mas elas são boas para salas escuras.

Em salas bem iluminadas e onde não há a possibilidade de se realizar um tratamento de luz, as telas brancas – que refletem muita luz – acabam por deixar a imagem lavadas.

Neste tipo de salas, a tela cinza funciona muito melhor que a branca, trazendo maior contraste para a imagem. O contraste, por sua vez, sinaliza a diferença entre a cor mais escura projetada e a cor mais clara. Com uma maior taxa desta variável, é possível ter maior definição de imagem, mesmo em lugares mais claros, como comentamos anteriormente.

Resumindo: Se você tem um quarto escuro, vá de tela Branca. Se não, opte por telas em escala de cinza, aumentando a tonalidade conforme aumenta a luz que incide no local utilizado.

Ganho

O ganho se refere ao montante de luz que a tela reflete se comparado com um padrão de referencia chamado de Superfície Lambertiana. Uma superfície Lambertiana perfeita reflete luz uniformemente em todas as direções.
Isso pode parecer bem legal, mas não é uma coisa boa para a projeção, pois acaba por “lavar” a imagem.

Pensando neste cenário, chegamos a conclusão de que ao contrário do que imaginamos – de que sempre mais é melhor – em uma sala escura / de luz controlada, um ganho menor produz imagens melhores e de maior contraste.

Outro problema que vem com a adição de ganho é a criação de um hotspotting, onde o centro da imagem é visivelmente mais brilhante do que os lados.

Esse fator também faz com que se perca visualização a partir dos ângulo, ou seja, se você não estiver localizado exatamente na frente do projetor, sentirá perda de qualidade de imagem. Se você usa o projetor sozinho e alinhado com a tela não tem problema nenhum. O problema é quando estão diversas pessoas em sua sala de estar ou de aula. Provavelmente quem está no canto estará sendo prejudicado.

 

Mas poxa, então o ganho é um grande sacana e não devo usá-lo?

Se você tem um quarto estreito, ou um projetor de baixa luz que precisa projetar em uma grande tela, então você pode aumentar o ganho, conforme necessário.

Então não opte por telas com “ultra-ganho” se não estiver em uma situação bastante específica destas. Os projetores atuais já são bastante brilhantes e tem potência suficiente para funcionar em locais iluminados.

Existem algumas telas de ganho negativo (0.8) que eram utilizadas para que os projetores conseguissem atingir a cor preta, impossível até o momento. Com o aumento da tecnologia e a melhora na qualidade das cores do projetor, esse tipo de tela não é mais necessária, mas ainda podem ser encontradas por ai.


Fonte: http://projecaoemfoco.com.br/quem-somos/







 

Veja a lista de bairros atendido em Porto Alegre em ordem alfabética.

Conteúdo